Aprendemos na aula da professora PENHA ROCHA, sobre o educador Anísio
Teixeira... Homem público que defendeu, acima de tudo, uma educação
qualitativa e eficiente para todos. Para ele a educação não poderia ser
vista como um privilégio para determinadas classes. Nesse contexto, tanto na
sua obra literária como nos cargos públicos que ocupou visou uma
universalização da qualidade de ensino, seja no básico, médio ou superior.
Para
isso, entendia que a escola deveria formar o aluno para a vida em sociedade,
garantido-lhes conhecimentos além do meramente intelectuais. Era necessário que
os discentes fossem formados em sua plenitude (ter conhecimentos sobre a cultura
brasileira, higiene, cidadania) concebendo, por exemplo, uma escola como um
espaço real no qual a criança pudesse praticar uma vida melhor, tendo
aceso a livros, revistas, estudo, recreação e saúde. Para o ele, a
democratização do ensino passava, necessariamente pela valorização do educador, valorização esta, que deve ser tratada com seriedade.
Nesse
sentido, era a favor de uma escola pública e gratuita a todos, bem como a favor
de uma educação voltada para o desenvolvimento, que realmente habilitasse a
juventude brasileira à tomada de consciência do processo de autonomia nacional.
Por
sua vez, era contra, além da educação como processo exclusivo de formação de
uma elite; o analfabetismo; a evasão e a repetência da criança na
escola; a seletividade exacerbada no ingresso às universidades; o esvaziamento
do ensino superior e escolas improvisadas ao invés da expansão e fortalecimento
das boas escolas. Assim, repudiava o ensino que serveria como adestrador de
conhecimento.
Laís C. Santos
Estudante da UFSB/2014

Nenhum comentário:
Postar um comentário